sexta-feira, agosto 29, 2008
terça-feira, agosto 26, 2008
é e não é.
A vulnerabilidade das pessoas me assusta a ponto de contestar a sanidade mental delas - e minha. Essa volubilidade torna a confiança uma prática cada vez mais difícil, porquê aquilo que era pode não ser mais na velocidade de uma piscada de olho - a mesma velocidade que faz seu queixo cair e seu estômago revirar. Velocidade esta bem contrária da sua cabeça que fica dias ( se você tiver muita sorte) tentando compreender o que acontece.
Quer uma solução rápida? Pense que todo mundo ficou louco! Garanto que dói menos do que por em xeque coisas como caráter, expectativas, lealdade.
Seus próprios paradigmas se transformam em cacos, e não se iluda com a idéia de tê-los quebrado: Fizeram isto por você.
Quer uma solução rápida? Pense que todo mundo ficou louco! Garanto que dói menos do que por em xeque coisas como caráter, expectativas, lealdade.
Seus próprios paradigmas se transformam em cacos, e não se iluda com a idéia de tê-los quebrado: Fizeram isto por você.
terça-feira, agosto 19, 2008
Bossa na Oca

1º- Gosto de ir à exposições sozinha.
Mesmo com toda a fama, com toda a brahma
Com toda a cama, com toda a lama
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa chama
Mesmo com todo o emblema, todo o problema
Todo o sistema, todo Ipanema
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa gema
Mesmo com o nada feito, com a sala escura
Com um nó no peito, com a cara dura
Não tem mais jeito, a gente não tem cura
Mesmo com o todavia, com todo dia
Com todo ia, todo não ia
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa guia
Mesmo com todo rock, com todo pop
Com todo estoque, com todo Ibope
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando esse toque
Mesmo com toda sanha, toda façanha
Toda picanha, toda campanha
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa manha
Mesmo com toda estima, com toda esgrima
Com todo clima, com tudo em cima
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa rima
Mesmo com toda cédula, com toda célula
Com toda súmula, com toda sílaba
A gente vai levando, a gente vai tocando,
a gente vai...
Notas sobre "consequência inevitável
de você"
2º- Bateu uma nostalgia de uma época que eu não vivi.
3º- Quero morar no Rio de Janeiro.
domingo, agosto 17, 2008
Se antes eu tinha problemas com a noite, digo que agora o dia resolveu se juntar formando um complô. As 24 horas se arrastam e pesam sobre as minhas costas.
De repente o desvio do foco se tornou a razão de cada passo e busco incansavelmente a minha parcela de culpa para que nada perca o sentido. Para aquilo o que eu quero que haja motivo eu procuro não pensar. Não pensar para dormir. Não querer para sentir. Não esperar para sorrir.
Fechar os olhos, enfim.
De repente o desvio do foco se tornou a razão de cada passo e busco incansavelmente a minha parcela de culpa para que nada perca o sentido. Para aquilo o que eu quero que haja motivo eu procuro não pensar. Não pensar para dormir. Não querer para sentir. Não esperar para sorrir.
Fechar os olhos, enfim.
segunda-feira, julho 28, 2008
eu não duvido.
Não, eu não duvido. Acabou há muito tempo a minha habilidade de duvidar das pessoas.
A gente perde tempo e a mão no fogo acreditando na cara de cada um e deixando de ver o coração, de fato.
... depois eu volto.
A gente perde tempo e a mão no fogo acreditando na cara de cada um e deixando de ver o coração, de fato.
... depois eu volto.
terça-feira, julho 01, 2008
A ressaca alcoolica
a ressaca moral
as merdas faladas
as merdas feitas
as merdas lembradas
as merdas que fizeram com vc
as merdas que você fez com os outros
a amnésia
a dor de cabeça
a sede
o estômago embrulhado
as fofocas (sobre vc)
aquele roxo no joelho
aquele roxo no cotovelo
aquele roxo na cara
a dor no pé
o rosto inchado
a depressão
a nostalgia
o frio na barriga
a ressaca moral
as merdas faladas
as merdas feitas
as merdas lembradas
as merdas que fizeram com vc
as merdas que você fez com os outros
a amnésia
a dor de cabeça
a sede
o estômago embrulhado
as fofocas (sobre vc)
aquele roxo no joelho
aquele roxo no cotovelo
aquele roxo na cara
a dor no pé
o rosto inchado
a depressão
a nostalgia
o frio na barriga
quinta-feira, junho 26, 2008
Breve descrição
"Desassossegados do mundo correm atrás da felicidade possível, e uma vez alcançado seu quinhão, não sossegam: saem atrás da felicidade improvável, aquela que se promete constante, aquela que ninguém nunca viu, e por isso sua raridade.
Desassossegados amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos, são sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planejavam.
Desassossegados pensam acordados e dormindo, pensam falando e escutando, pensam antes de concordar e, quando discordam, pensam que pensam melhor, e pensam com clareza uns dias e com a mente turva em outros, e pensam tanto que pensam que descansam."
Desassossegados amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos, são sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planejavam.
Desassossegados pensam acordados e dormindo, pensam falando e escutando, pensam antes de concordar e, quando discordam, pensam que pensam melhor, e pensam com clareza uns dias e com a mente turva em outros, e pensam tanto que pensam que descansam."
quarta-feira, junho 11, 2008
quase um deja vu.
Lembro que em junho do ano passado passava pela mesma coisa: despedidas, algumas lágrimas, nostalgia antecipada. Igual. Grandes ciclos se fechando.
No fim de mais essa etapa concluí que não nasci prá ser desapegada. Eu tento e vou morrer tentando, porque sei que isso diminuiria meu sofrimento em pelo menos 50%. Mas a cada rosto que diferente que aparecia na minha frente, todos com o mesmo objetivo, via uma história diferente. E começando às 14h ( algumas vezes antes, outras depois) eu aprendi a compartilhar vida; e comecei a entender que cada um tem seu ponto fraco e é nele que devemos focá-lo; que existem pessoas que já te conheciam há anos e vocês se deram conta no último segundo; que você vai lidar com famílias inteiras; que vai virar adolescente outra vez adentrando nesse unvierso, e mais que isso, fazer papel de mãe, de psicológa, de enfermeira, tentando retratar o mundo deles dali a alguns anos. E vai ouvir que fulana gosta do ciclano que fica com a menina do 1o B e fazer cara de abismada com isso: "como pode?!"; ouvir o cotidiano da pessoa que pega trem todo dia; ouvir grandes histórias de trabalho, de faculdade e sentir a pontada saudosista de quem as conta; vai saber de começo e finais de relacionamentos, e do meio deles também. E vai sorrir a cada acerto; fazer piadas sem graça sábado de manhã prá quebrar o gelo; dançar na sala prá tirar o sono; tirar um sarrinho de todo mundo; criar amigos. E por fim chorar quando se der conta que outro alguém vai dividir isso com eles agora.
No fim de mais essa etapa concluí que não nasci prá ser desapegada. Eu tento e vou morrer tentando, porque sei que isso diminuiria meu sofrimento em pelo menos 50%. Mas a cada rosto que diferente que aparecia na minha frente, todos com o mesmo objetivo, via uma história diferente. E começando às 14h ( algumas vezes antes, outras depois) eu aprendi a compartilhar vida; e comecei a entender que cada um tem seu ponto fraco e é nele que devemos focá-lo; que existem pessoas que já te conheciam há anos e vocês se deram conta no último segundo; que você vai lidar com famílias inteiras; que vai virar adolescente outra vez adentrando nesse unvierso, e mais que isso, fazer papel de mãe, de psicológa, de enfermeira, tentando retratar o mundo deles dali a alguns anos. E vai ouvir que fulana gosta do ciclano que fica com a menina do 1o B e fazer cara de abismada com isso: "como pode?!"; ouvir o cotidiano da pessoa que pega trem todo dia; ouvir grandes histórias de trabalho, de faculdade e sentir a pontada saudosista de quem as conta; vai saber de começo e finais de relacionamentos, e do meio deles também. E vai sorrir a cada acerto; fazer piadas sem graça sábado de manhã prá quebrar o gelo; dançar na sala prá tirar o sono; tirar um sarrinho de todo mundo; criar amigos. E por fim chorar quando se der conta que outro alguém vai dividir isso com eles agora.
segunda-feira, junho 09, 2008
Luminoso
Ainda insistem em acreditar no luminoso escrito IDIOTA bem na minha testa. De fato, tem horas que ele inocentemente acende e eu sinto não só minha testa, mas como minha alma, informando que sou uma imbecil. Entretanto, é bem complicado subestimar a inteligência ou superestimar a idiotice de outrem. O luminoso tá lá piscando: IDIOTA; mas é sempre mais tolo aquele que crê cegamente nele. Afinal, ele pode estar aceso propositalmente, esperando a hora do curto-circuito.
Eu sei, só finjo que não percebo.
Eu sei, só finjo que não percebo.
quinta-feira, junho 05, 2008
mais uma daquelas
" (...) fui deixado sozinho com meu desejo, chocantemente rude em minhas exigências: Me ame! E porque motivo? Porque eu te amo..."
" (...) Eu aprendi que os humanos se colocam numa relação de liberdade negativa com relação uns aos outros, mas certamente não são forçados a amar uns aos outros se não desejarem. (...) Não se pode culpar um amante por amar ou não amar, pois é uma questão além da sua escolha."
E então, quando amamos? Se amamos...
As complexidades do amor ainda me deixam com interrogações e talvez seja porque nunca vou entendê-las. O que acontece agora é que não sabemos mais o que esperar daquele a quem se ama. Os laços que são criados, não importa o tempo, estão sempre por um fio.
Por um dia cremos amar com toda a força e com todo amor que cabe em nós; aí o fio se rompe. Ou muitas vezes ele é rompido há tanto tempo, que demora para que sejamos atingidos pela conformidade e pela aceitação. O laço rompe e mais do que atitudes mexemos com o sentimento. Isto é, tanto faz se você, por um dia de fraqueza ( ou não), ficou com um terceiro, mentiu sobre algo. Talvez fazê-lo na completa sinceridade alivie sua consciência, mas não te torna menos filha da puta.
" (...) Eu aprendi que os humanos se colocam numa relação de liberdade negativa com relação uns aos outros, mas certamente não são forçados a amar uns aos outros se não desejarem. (...) Não se pode culpar um amante por amar ou não amar, pois é uma questão além da sua escolha."
E então, quando amamos? Se amamos...
As complexidades do amor ainda me deixam com interrogações e talvez seja porque nunca vou entendê-las. O que acontece agora é que não sabemos mais o que esperar daquele a quem se ama. Os laços que são criados, não importa o tempo, estão sempre por um fio.
Por um dia cremos amar com toda a força e com todo amor que cabe em nós; aí o fio se rompe. Ou muitas vezes ele é rompido há tanto tempo, que demora para que sejamos atingidos pela conformidade e pela aceitação. O laço rompe e mais do que atitudes mexemos com o sentimento. Isto é, tanto faz se você, por um dia de fraqueza ( ou não), ficou com um terceiro, mentiu sobre algo. Talvez fazê-lo na completa sinceridade alivie sua consciência, mas não te torna menos filha da puta.
sábado, maio 17, 2008
domingo, maio 11, 2008
Dele as minhas
Faço as palavras de Rodrigo Amarante as minhas.
"Já vou, será
eu quero ver
o mundo
eu sei
não é esse lá
por onde andar
eu começo por onde a estrada vai
e nao culpo a cidade, o paivou lá, andar e o que eu vou ver
eu sei lá
não faz disso esse drama essa dor
é que a sorte é preciso tirar pra ter
perigo é eu me esconder em você
e quando eu vou voltar, quem vai saber
se alguem numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer
olhar
eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim."
Quem sabe um dia eu chego lá...
O dom de se traduzir em palavras é fascinante prá mim.
"Já vou, será
eu quero ver
o mundo
eu sei
não é esse lá
por onde andar
eu começo por onde a estrada vai
e nao culpo a cidade, o paivou lá, andar e o que eu vou ver
eu sei lá
não faz disso esse drama essa dor
é que a sorte é preciso tirar pra ter
perigo é eu me esconder em você
e quando eu vou voltar, quem vai saber
se alguem numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer
olhar
eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim."
Quem sabe um dia eu chego lá...
O dom de se traduzir em palavras é fascinante prá mim.
quarta-feira, maio 07, 2008
Aham

Odeio pessoas em crise e acho que essa raiva toda deve ser porque não consigo fugir das minhas próprias crises.
Tem um certo momento em que entramos em contato com nossos próprios conflitos. Lógico, uma vez que esses conflitos são nossos, impossível não manter qualquer tipo de contato, mas chega uma hora em que estes são refletidos de forma que você possa ver, como um espelho, uma projeção; e ver a si mesmo é bem doloroso.
sexta-feira, maio 02, 2008
"Não sou a garota que vai dizer que te ama todos os dias. Não vou mandar mensagens melosas no celular e não vou ligar a cada meia hora só pra saber como você está. Também não vou fazer um perfil no orkut declarando todo meu amor nem vou te deixar depoimento a cada semana dizendo que te amo mais a cada dia. Sabe por quê? Não é gritando pulmões que demonstro o quão importante você é. Discordamos sempre, ficamos de cara feia e fazemos manha. Por você, supero a saudade, os quilômetros, a conta telefônica, e todos os pesares. Pelo seu sorriso apago o orgulho e reescrevo o amor, passando por cima de todas as diferenças. É complexo, é profundo, é verdadeiro e é duradouro. É você e eu, simples assim."
Uma digressão...
Descobri três coisas:
1) Não posso com bebidas destiladas.
2) Falo demais quando bêbada, preciso aprender a calar a boca.
3) Tenho que aprender a não me martirizar no dia seguinte.
Uma digressão...
Descobri três coisas:
1) Não posso com bebidas destiladas.
2) Falo demais quando bêbada, preciso aprender a calar a boca.
3) Tenho que aprender a não me martirizar no dia seguinte.
quarta-feira, abril 30, 2008
aquela dificuldade.
Se eu tivesse que listar um dos meus defeitos com certeza o top da lista seria a falta de foco. E isso realmente me incomoda, mas nem me concentrar na minha falta de concentração eu consigo.
Eu queria, por um dia que fosse, aprender a fazer as coisas sem ser sob a pressão do desespero. Pois é, comigo só o desespero leva a produção.
Uma pessoa normal usaria essa uma semana de recesso prá colocar em dia as pendências da faculdade, terminaria o estágio, iria a algum congresso para as horas complementares, procuraria um exercício físico, acordaria cedo. Mas é claro que já se passaram dois dias e eu não fiz NADA disso.
Acho que eu antes de nascer passei pela fila do 'auto-boicote' várias vezes e então, antes de dormir, que é a hora que a consciência acorda, eu me martirizo e penso " Oh, céus porque eu sou assim?!". No fim não adianta p***a nenhuma porque quando eu acordo a consciência dorme e eu volto a dormir com ela.
Qual é meu problema, heim, heim?
Eu queria, por um dia que fosse, aprender a fazer as coisas sem ser sob a pressão do desespero. Pois é, comigo só o desespero leva a produção.
Uma pessoa normal usaria essa uma semana de recesso prá colocar em dia as pendências da faculdade, terminaria o estágio, iria a algum congresso para as horas complementares, procuraria um exercício físico, acordaria cedo. Mas é claro que já se passaram dois dias e eu não fiz NADA disso.
Acho que eu antes de nascer passei pela fila do 'auto-boicote' várias vezes e então, antes de dormir, que é a hora que a consciência acorda, eu me martirizo e penso " Oh, céus porque eu sou assim?!". No fim não adianta p***a nenhuma porque quando eu acordo a consciência dorme e eu volto a dormir com ela.
Qual é meu problema, heim, heim?
terça-feira, abril 22, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
Nada não...
- Tá pensando no quê?
- Em nada não...
Como em nada? Essa é a mentira mais cabeluda e cara de pau que todo mundo solta. Ninguém não pensa em nada.
- Em nada não...
Como em nada? Essa é a mentira mais cabeluda e cara de pau que todo mundo solta. Ninguém não pensa em nada.
terça-feira, abril 15, 2008
Is this love? Oh, shit!

" Se a paixão acontece de forma tão rápida, é talvez porque o desejo de amar precedeu o amado - a necessidade inventou sua solução. O aparecimento do amado é apenas o segundo estágio de uma necessidade anterior de amar alguém (...) Sempre haverá o momento em que duvidaremos se nossos amados existem na realidade como os imaginamos em nossas mentes ou não são apenas uma alucinação que inventamos para impedir o inevitável colapso sem amor."
( Alain de Botton - Ensaios de amor)
E aí você pensa que aquela busca incansável pela sua completude pessoal acabou. Sim, porque é comum o vínculo entre vazio e não ser amado, e assim, somos constituídos da pura imperfeição por não ter alguém.
A contradição acontece, entretanto, quando a sua suposta metade brota do chão, assim como naquela história do jardim e das borboletas: você cuida direitinho do seu jardim, ele tá bonitinho, floridinho, você tá até feliz com ele mesmo sem borboletas, eis quando surge uma asa colorida no seu terreno. Oh, God! E agora? As opções estão entre você criar um bloqueio, se entregar loucamente e deixar fluir. Eu com minha vulnerabilidade fico com o último. O bloqueio existe e a luta com ele é quase tão homérica quanto a guerra de Tróia, mas fica internalizado ( o que pode não ser necessariamente bom). Ou seja, o medo existe sim, mais forte do que nunca mas ao mesmo tempo a vontade de arriscar torna-se maior.
O bicho de sete cabeças dessa coisa toda é isso que está escrito aí em cima. O que afinal vem a ser aquilo que a gente sente por outrem? Ou pior, o que vem a ser o que o outro sente por nós ( na verdade, é esse o problema).
Com o desenvolvimento de um ceticismo anti- amor- romântico a qual somos condicionados, independente das razões, e em contrapartida com a louca precisão da metade da laranja, fica cada vez mais difícil manter- se firme em um relacionamento.
Eu gosto, você gosta. Que bom! Mas porque? Seria devido à vontade de amar? É... estou sozinho, logo estou carente, apareceu uma bonitinha ou nem tão bonitinha assim, mas que tem interesses em comum, ouve boa música, compartilha do mesmo gosto literário e que está sozinha também. A gente beija, entrega nossos corpos sem entregar nossas almas e confia que é paixão após uns dias compartilhando o cotidiano. Amor ou necessidade de amar?
No fim das contas, é tão prosaico que daqui a pouco desenvolvem uma tese sobre a New-age of Love, ou Neo- Amor.
P.S.: Guardem paciência para breves reflexões amorosas, pois estou entrando em desvario com esse livro.
quinta-feira, abril 10, 2008
do avesso, do avesso, do avesso, do avesso...
Fique quieta, engula sapos, respire fundo, não responda, abstraia, releve, não surte, não grite, não faça show, não se importe, mostre-se adulta, seja cega, surda, muda desde que seja madura. Não se jogue, desconfie, dê passos prá trás, tenha medo do ótimo, pense muito, fuja do óbvio, finja que não percebe, tenha cartas na manga.
E assim a gente vai formando nossos calos. Estes que nos fazem tão duras que fica proibido viver.
E assim a gente vai formando nossos calos. Estes que nos fazem tão duras que fica proibido viver.
segunda-feira, abril 07, 2008
Qualquer Um a Não Ser Você
Em uma parte do tempo você é amado e em todo resto é amigo.
O macaco atrás de você é a ultima moda
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Eu beijei sua cabeça na sombra de um trem
Eu beijei todo seu olhar brilhante,meu corpo está balançando de um lado para o outro.
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Aqui está a igreja e aqui está o campanario.
Nós certamente somos bonitos para duas pessoas feias.
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Os pedregulhos me perdoaram,as arvores me perdoaram
Então porque você não pode me perdoar?
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Eu vou achar meu não no seu carro
Com meu mp3 dvd rumple-packed guitar
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
Pra cima pra cima pra baixo pra baixo esquerda direita esquerda é um começo
Só porque nós colamos não significa que não somos espertos
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Você sempre está tentando tornar real
Eu estou apaixonado,como você se sente
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Nós dois temos felizes e brilhantes crises de raiva
Você quer mais fans, eu quero mais palco
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Dom quisote era um condutor de aço
Meu nome é adam e eu sou seu maior fan
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Levanto sua cabeça e faço uma dança
Você tirou uma sujeira para fora do botão da sua calça
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
by The moldy peaches - Anyone else but you - coloquei em português, mas quem quiser ouvir a música original aqui vai o link: http://www.youtube.com/watch?v=nBDbUVXXp-U
Pode parecer meio sem pé nem cabeça, mas faz todo sentido prá mim. É tipo um retrato novo de duas pessoas. Pessoas malucas, diga-se de passagem. Ainda bem!
... Alguém por favor me ensine a não esperar mais o balde de água fria?
Em uma parte do tempo você é amado e em todo resto é amigo.
O macaco atrás de você é a ultima moda
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Eu beijei sua cabeça na sombra de um trem
Eu beijei todo seu olhar brilhante,meu corpo está balançando de um lado para o outro.
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Aqui está a igreja e aqui está o campanario.
Nós certamente somos bonitos para duas pessoas feias.
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Os pedregulhos me perdoaram,as arvores me perdoaram
Então porque você não pode me perdoar?
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Eu vou achar meu não no seu carro
Com meu mp3 dvd rumple-packed guitar
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
Pra cima pra cima pra baixo pra baixo esquerda direita esquerda é um começo
Só porque nós colamos não significa que não somos espertos
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Você sempre está tentando tornar real
Eu estou apaixonado,como você se sente
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Nós dois temos felizes e brilhantes crises de raiva
Você quer mais fans, eu quero mais palco
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Dom quisote era um condutor de aço
Meu nome é adam e eu sou seu maior fan
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Levanto sua cabeça e faço uma dança
Você tirou uma sujeira para fora do botão da sua calça
Eu não vejo qualquer um que possa ver, em outro qualquer
mas você.
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
by The moldy peaches - Anyone else but you - coloquei em português, mas quem quiser ouvir a música original aqui vai o link: http://www.youtube.com/watch?v=nBDbUVXXp-U
Pode parecer meio sem pé nem cabeça, mas faz todo sentido prá mim. É tipo um retrato novo de duas pessoas. Pessoas malucas, diga-se de passagem. Ainda bem!
... Alguém por favor me ensine a não esperar mais o balde de água fria?
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